- Alô
- Cris?
- Sim
- É a Fulana, tudo bom?
- Nossa, quanto tempo. Tudo e você?
- Tudo bem. Na verdade eu liguei pra te pedir um favor...
- Fale
- Eu mandei entregar um presente para o Fulano [namorado]. Será que você pode pegar na recepção e deixar na mesa dele?
Tá! A moça, quando trabalhava aqui, era muito simpática e tals. O namorado dela eu adoooooro, é um amor. Mas até aí ligar para uma pessoa que você não fala há uns 6 meses e, pá, pedir um favor... Bom... Sei não, não é mesmo?
- Ei!
- Oi, está falando comigo?
- Sim, você que veio pegar a encomenda do Fulano aqui na recepção.
- E...
- Ele veio aqui perguntar por ela. Você deu pra ele?
Tá ao quadrado!!! A gente vai lá, faz um favor, e a moçoila da recepção ainda me chama de ladra.
Isso que dá ser boazinha...
Como perder o tesão em Gael...
Postado por Lucy Lane às 16:15 Leia apenas Gael García Bernal, Homens, Lucy, vídeo... ele virou uma versão mexicana do Daniel nesse vídeo. Bagaceiro e engraçado!
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Eu tinha postado o vídeo rapidinho para não perder o link em meio a mil janelas abertas no meu computer enquanto estava trabalhando e agora fui dar uma pesquisadinha básica (a pedidos da Malu). As imagens mostram Gael cantando uma versão em espanhol da música "I want you to want me" - só que MEGA brega, com direito a raparigas rebolantes de shortinho ao seu lado.
Mas, calma, ele não enveredou por outros caminhos artísticos. Tudo isso faz parte de seu próximo filme, "Rudo Y Cursi", no qual volta a contracenar com Diego Luna - seu companheiro em "E sua mãe também". A direção é de Alfonso Cuarón (que andou comandando alguns Harry Potter da vida). Ainda não li nada sobre a estreia do longa por aqui. Mas o trailer já serve de aperitivo, além de ser muuuoito ri-dí-cu-lo.
Tenho 8 gatos. Todos eles vieram da rua. E sim, eu me orgulho de ter um coração de geléia e de me emocionar cada vez que vejo um bichinho de rua - isso quando eu não o “enfio na bolsa” e o levo pra casa. Uma vez fiz as contas com a minha mãe e já salvamos uns 30 animais. Não é muito, mas tentamos fazer sempre a nossa parte.
Por conta disso, fiquei passada com soube disso pelo site do PEA:
“Recentemente ficou comprovado que a Prefeitura de São Paulo MATA 95% dos animais recolhidos das ruas. Não existe nenhum programa de doação consistente e as condições dos animais são precárias.”
Puro descaso, não! Esse tipo de coisa dá um nó na garganta…
Como protesto, as entidades de proteção aos animais organizaram uma manifestação para o próximo dia 29 de abril, quarta-feira, às 13 horas, em frente ao CCZ-SP (R. Santa Eulália, 86 - Santana, São Paulo/SP). Não poderei estar lá por causa do trabalho, mas espero que uma multidão honre, de maneira extremamente pacífica, as vidas perdidas de maneira tão grotesca.
Tem mais informações aqui: www.manifesta.kit.net
*Post copiado do Estilo Ecochique
Survivor: 34 graus negativos*
Postado por Lucy Lane às 12:50 Leia apenas Esforçada's Guest, Lucy, ViagemFui eu que insisti: "Marcela, conta essa história no nosso blog, por favor!!!". Ela atendeu ao meu pedido, ainda bem. Com vocês, mais uma convidada do As Esforçadas: Marcela Farrás e sua incrível e deliciosa éxperiência no frio canadense. Obrigada, Má!
Logo que cheguei à ilha quebecoise, pensei: “Aqui é frio, mas não tanto quanto me disseram! Bando de pessoas exageradas”. Montreal seria fichinha! Hohoho...
Durante meus primeiros dias, questionei bastante a fama de geladeira do local. Até que meu mais novo amigo de infância Fábio conseguiu me amedrontar um pouco com seu discurso sobre os –20°C. Sempre que falávamos sobre temperaturas negativas, ele dizia “Frio de 20 graus negativos é horrível! Não dá pra sair na rua, tudo congela... Você anda de costas para o vento não te carregar e congelar os olhos”, e eu só pensava “Exageraaaaaaado!”.
Finalmente, o dia da minha iniciação ao frio congelante chegou! Ao sair de casa – ainda quando eu trancava a porta – senti minhas sobrancelhas, meus cabelos e (eca!) os pêlos do meu nariz congelarem. Não era um frio absurdo, eu estava bem com o casaco e as botas para neve, mas a sensação de congelamento do rosto foi desconfortável.
Choque superado, coloquei um cachecol sobre meu rosto e percorri cerca de 300 metros na rua, somente com os olhos de fora. Finalmente entrei no metrô, aliviada por completar o percurso mais gelado da minha vida. Passei a mão nos olhos e senti uma camada de lágrimas congeladas nos cantinhos. Quando tirei o cachecol do rosto, percebi que ele estava meio duro... O vapor da minha respiração tinha congelado o tecido. Será que eu sobreviveria a dois meses e meio de geladeira? Chegando na escola, conferi a temperatura: -21°C. Bem que o Fábio disse...
O contato com os –21°C foi marcante, mas nada supera o dia em que eu senti um frio de 34 graus negativos. Quando saí de casa, percebi que o congelamento do meu rosto foi diferente – forte a ponto de eu perder a capacidade de articular os músculos da face e, conseqüentemente, enrolar um pouco a língua para falar. Desde que fosse breve, isso não me incomodaria... Eu só precisava caminhar os 300 metros de todos os dias até chegar ao metrô, um lugar tão quente que me fazia até transpirar.
O começo da caminhada foi tranqüilo. Suportável até o momento em que começou um vento absurdo! Não tive escolha, virei de costas para não ter meu rosto congelado de fato e para conseguir vencer a força do vento contra os meus joelhos. Durante a ventania eu pensava em todos os alertas que meu amigo Fábio tinha feito e me culpava “Eeeeeee Marcela, quem mandou você duvidar do menino? Agora está aqui, congelada, cambaleando de costas”.
Depois dos –34°C, jurei nunca mais dizer que estou com frio, que minhas mãos estão congelando ou que um ventinho à la Monte Verde é forte. Sem dúvidas, todas as pessoas DO MUNDO deveriam passar por essa experiência pra conhecer um clima de freezer – porque geladeiras são até quentinhas perto disso.
Mantenha a distância - ou faça como elas...
Postado por Lucy Lane às 12:56 Leia apenas Cinema, Lucy, SexoRecebi este e-mail da Carmencita, minha revisora xuxu. Achei muito engraçado, pois nós, gateiros, somos todos irmãos graças aos nossos atos, sempre parecidos.
Risquei o que eu não faço. Do resto, faço tudinho com meus felinos.
Se identificou?
Você é um Gateiro(a)?
(autor desconhecido)
1. Você seleciona seus amigos com base no quanto seus gatos gostam deles?
2. Seu desejo de ter gatos se intensifica durante períodos de stress?
3. Você compra mais do que 20 kg de areia sanitária para gatos por mês?
4. Você acha engraçadinho quando seu gato passeia sobre a mesa ou lambe a manteiga?
5. Você admite, para aqueles que não gostam de gatos, quantos gatos você realmente tem?
6. Você dorme na mesma posição a noite toda, porque seu gato se sente incomodado quando você se mexe?
7. Você beija seu gato na boca? Na boca não, só na bochecha!
8. Seu gato senta à mesa (ou na mesa) enquanto você come?
9. Seu gato dorme na sua cabeça e você gosta?
10. Você tem mais do que 4 sacos de ração abertos e rejeitados dentro do armário? Eles sempre gostaram de uma marca só, então não arrisco!
11. Você não muda o canal da TV porque seu gato está dormindo em cima do controle remoto?
12. Você comprou um vídeo, com um peixe nadando num aquário, só para entreter seu gato?
13. Você fica em pé, com a porta da rua aberta, congelando de frio, enquanto seu gato cheira a porta, decidindo se sai ou entra? Meus gatos não saem de casa! Posse responsável, minha gente!
14. Você prefere ficar em casa com seu gato do que sair para um encontro ruim?
15. Você dá presentes de Natal para o seu gato e gasta mais com os presentes para ele do que para a sua família?
16. Seus cartões de Natal trazem seu gato sentado no colo de Papai Noel e seu gato assina o cartão?
17. Você espera seu gato levantar para arrumar a sua cama?
18. Você sai da cama, pulando pela cabeceira ou pelos pés, para não incomodar seu gato que está dormindo?
19. Antes de sair de casa, você conversa com cada gato explicando por que tem que sair e a que horas irá voltar?
20. Você dorme sem travesseiro porque seu gato está dormindo nele?
21. Você nunca deixa faltar areia sanitária para seu gato, mas esquece de comprar o seu papel higiênico?
22. No supermercado, a primeira coisa que você procura é a área de alimentação para gatos?
23. Você dorme sentado porque estava lendo na cama e seu gato deitou sobre suas pernas?
24. Você demora mais tempo do que o normal para ler jornais e revistas porque seu gato se deita sobre as páginas enquanto você lê?
25. Você faz uma ceia especial para gatos no Natal?
26. Você tem fotos do seu gato na carteira no celular e as mostra quando seus amigos começam a mostrar fotos de filhos?
27. Quando as pessoas telefonam para conversar, você insiste para que elas dêem uma palavrinha com o seu gato?
28. Você só marca encontro com pessoas que tenham gatos?
29. Quando alguém vai a sua casa, você apresenta seu gato pelo nome e vice-versa?
30. Você guarda caixas vazias de papelão porque seu gato gosta de dormir dentro delas?
31. O filtro do seu aspirador de pó está sempre cheio de pêlos?
32. O dono do pet shop já perguntou: "Afinal... Quantos gatos você TEM?!"
33. A sua conta de veterinário é maior do que a sua conta médica?
34. Todos Alguns livros na sua estante são sobre gatos?
35. Quase todos os seus bookmarks são sobre sites de gatos?
36. Seu gato tem sua própria página web, blog ou e-mail?
37. Você coloca o relógio para despertar às 5h30 da manhã, para se levantar e limpar a caixa sanitária de seu gato antes que ele a use? Isso eu deixo para a mami!
38. Seus gatos fazem você abrir a torneira da pia da cozinha, do banheiro e da lavanderia para beberem água?
Duro é sua trajetória virar filme porque você foi assassinado brutalmente em uma das cidades mais civilizadas do mundo. Triste fim para Jean Charles - na telona interpretado por Selton Mello.
Por isso recomendo o pauparatodaobra.blogspot.com. Vai lá, clica e me diz se depois você não vai ficar acessando, acessando...
Adooooooorei!
Há pouco mais de 3 anos o U2 veio se apresentar aqui em São Paulo com a turnê "Vertigo". Eu quase não acreditei porque até o anúncio dos shows só aconteceu em janeiro de 2006 e, antes disso, eu estava frustrada por não ter conseguido juntar dinheiro suficiente para ir vê-los em qualquer outro lugar do mundo. Assim que chegou o dia anterior ao de abrirem as bilheterias para a venda lá estava eu. Fiquei das 4 da tarde de domingo até às 11h30 da manhã da segunda na fila para comprar o meu ingresso. Não dormi, mas também nem conseguiria. Era minha passagem pessoal para a liberdade que eu só conhecia nas letras e na minha imaginação.
Quem não foi ao show se arrependeu, com certeza. Eu cheguei nove horas antes de abrir os portões e estava entre as 1200 primeiras pessoas da fila (das 70 mil que encheram o Morumbi). Quando entrei no estádio, ainda consegui ficar bem diante do palco, na chamada "hot area", que tanta especulação gerou. Bono subiu ao palco com uma jaqueta estampada com a bandeira do Brasil à minha direita pontualmente às 9h45 da noite. A mágica então se instalou de vez e eu me lembro exatamente da sensação daquele momento: tudo no meu corpo tremeu. Suor, lágrimas, um sorriso imenso no rosto e os riffs de City of Blid Lights" tocando ao fundo. Fiquei muito perto, esmagada contra a multidão, de mão dadas com um monte de gente que eu nunca tinha visto, mas que compartilhavam comigo naquele momento mais do que já tinha experimentado em diversas amizades ao longo da vida.
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Não sou fã de outras bandas ou artistas a ponto de fazer o que fiz. Acho a Madonna incrível, por exemplo. Uma mulher que conseguiu muito poder e isso é inspirador. Mas jamais repetiria a mesma saga para assistí-la no palco. Gosto da voz e do tom messiânico de Bono, da guitarra piscodélica do The Edge, da seriedade do Larry na bateria e do estilo do Adam tocando baixo. Eles funcionam como um organismo. Posso citar aqui diversas músicas que mexem comigo por questões quase ideológicas, como "Pride - In the name of Love" ou "Sunday Bloody Sunday". Ou então aquelas que foram meus hinos particulares em momentos nos quais apenas precisava seguir em frente, como "Walk On" ou "Stuck In a Moment". As músicas do U2 são sempre minhas, não servem para compartilhar com um amor ou um momento entre amigos. Elas falam diretamente à minha alma.
Ainda não ouvi o novo CD da banda. Mas, como é possível perceber, seria impossível fazer uma análise imparcial do som. Provavelmente vou gostar - MUITO. Pelo texto que li, vou gostar certamente. Ele me fez voltar à idéia inicial que originou esse post: liberdade. Quando eu ouvia U2, sozinha andando pela praia, dirigindo, no quarto ou na balada, minha mente instantaneamente ia para longe. Para a grama verde de Slane Castle, na Irlanda, para as ruas movimentadas de Londres, para um pub qualquer em Dublin. Fazia eu me sentir uma cidadã do mundo, livre, livre, com apenas o coração batendo forte e um monte de coisas pela frente.
Não tenho como deixar de terminar esse post em tom melancólico. Fiz 27 anos há poucos dias e não fiquei satisfeita. A rotina se resuma a pagar contas, pegar trânsito, controlar as frustrações e - de vez em quando - ter alguma diversão. Não estou reclamando, só constatando. Nossa vida, como está não é ação - é reação. Você reage aos problemas e tenta contorná-los um a um, a medida que vão aparecendo. É uma teia que te envolve e não dá para sair dela.
Talvez seja por isso que nem penso ainda em casamento, filhos, casa própria... Essas coisas de "adulto". Dentro de mim tem um espírito que só quer vagar por aí sem se preocupar se a revisão do carro já venceu ou em voltar para casa pra trabalhar no dia seguinte. Por isso, uma certa melancolia me persegue. Mas agora eu já sei como acabar com ela.







Luciana Borges é uma jornalista das boas. Adora comprar sapatos e usa brinco de um lado só. Relutou até o fim, mas agora adora sua calça skinny. Ama arrumar as malas e cair na estrada. Ou melhor, no avião. E fala pacas de cinema. Habilidade especial: dar conselhos
Cristiane Senna é uma vegetariana convicta. Ai de quem contrariá-la! Não sai de casa sem base, rímel e blush. Adora todas as sandálias da Melissa e ama gatos - tem oito. Queria ser veterinária, é jornalista - adora - e quem sabe um dia não ganhe a vida como bióloga. Habilidade especial: dar foras e fazer rir
Graziela Salomão é um mistério. Mas basta ela deixar de usar sua sombra prateada que é problema na certa. Adora cremes anti-idade, apesar de ter só 26. Jornalista convicta, adora Chico Buarque e, quem sabe um dia, o entreviste pessoalmente. Habilidade especial: companheira para todas as horas
