Minha ausência bloguística se justifica, minha gente. A semana está sendo de lascar, tamanha quantidade de trabalho. Tirei um tempinho agora para comentar sobre um dos acontecimentos desses dias.Ser jornalista tem suas vantagens, é bem verdade. Na terça-feira, por exemplo, fui na coletiva de imprensa de uma das minhas cantoras favoritas. Diana Krall. Quando acontece esse tipo de situação, eu encontrar alguém que admiro, sempre fico tensa. Não exatamente porque "ó, vou encontrar fulano". Mas porque se essa pessoa for uma mala-sem-alça, acaba a graça de ver ou ouví-la. Por isso fui meio aprensiva para a coletiva de imprensa.
Mas que nada! Diana é suuuuuuper simpática. Estava de excelente humor, mostrou não ter nada de diva. Falou dos filhos, da mudança na rotina de trabalho depois que virou mãe, de música brasileira. Foi bastante educada e polida. No final, atendeu aos jornalistas e fotógrafos que quiseram tirar uma foto dela ou pedir autógrafo. E nessa eu me incluo. Pedi para um amigo meu que estava lá registrar esse meu momento "amiga de Diana". Fiquei bem feliz!
PS- Ignorem minha cara de sono. Final de ano não há base que seja suficiente para acabar com o momento "panda".
PS 2 - A crise de estilo continua...
PS 3 - Diana Krall faz show gratuito no Parque Villa Lobos no domingo, dia 2. Vale a pena pra caramba! A última vez que ela se apresentou aqui foi no via Funchal, a um custo de 500 pilas a mesa perto do palco. Nada a ver né!


A questão mais intrigante acerca da personagem é: não existe nenhum agente externo que a leve para a prostituição. Teoricamente, não lhe falta nada: beleza, amor, dinheiro, devoção, fidelidade... O que ela não tem é desejo sexual. E a história se complica porque quanto mais ela se liberta de sua frigidez transando com outros homens, mais ela sente que ama o marido. Em nenhum momento, no entanto, esses dois sentimentos - amor e tesão - se encontram na figura dele.

No sábado fui até um lugar que é quase a Tiffanys para a Bonequinha de Luxo. Trata-se da Shoestock, uma loja (mega) de sapatos que tem em vários pontos da cidade, inclusive aqui pertinho da minha casa. Nem preciso comentar não é? LO-TA-DO. Mulheres desvairadas saindo pelo ladrão. Você me pergunta: "mas que raios foi fazer em uma loja de sapatos concorrida sabendo que o mulherio todo estaria lá?". Eu respondo: primeiro, fui acompanhar uma amiga-consumo que queria "dar uma olhadinha" nos modelos pra ver se tinha algum com um laço em cima (pode rir, eu deixo). Depois, ora essa, eu também sou mulherzinha de vez em quando e olhar aquele monte de saltinhos coloridos nas prateleiras deixou meu dia beeem melhor - já que eu havia tido um fight com o namorado. Resultado: três pares a mais dentro do guarda-roupa.





